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Bronquiolite: doença respiratória

bronquiolite

A bronquiolite é uma doença respiratória bastante frequente em crianças menores de 2 anos. No geral, sua incidência é maior no outono e no inverno. A transmissão é feita pelo ar bem como por contato com pessoas infectadas e sua ocorrência é devido a alguns tipos de vírus, sendo o mais comum o vírus sincicial respiratório.

 

Sintomas de bronquiolite

 

O quadro de bronquiolite se inicia como um resfriado comum, apresentando febre baixa, coriza, obstrução nasal, recusa alimentar e irritabilidade de intensidade variável nos 3 primeiros dias. Em seguida, a criança pode evoluir com tosse mais intensa, chiado, respiração rápida e dificultosa. De fato, a maioria das crianças com bronquiolite tem evolução benigna e autolimitada. No entanto, em alguns casos, há indicação de internação hospitalar, às vezes em UTI, por apresentarem sintomas graves como, por exemplo, cianose (arroxeamento dos lábios e extremidades), sonolência, gemência e pausas respiratórias.

 

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Os riscos para bronquiolite grave são maiores quanto menor for a idade da criança. Além disso, alguns grupos são considerados de risco para a doença independentemente da idade: as crianças que foram prematuras, as que têm baixo peso, portadoras de doença pulmonar, doenças do coração, doenças neurológicas ou  deficiência de imunidade.

 

Tratamento

 

O tratamento da bronquiolite é apenas de suporte. Por isso, não há indicação de uso de antibiótico, já que é uma doença viral. Em casa, no entanto, é importante manter a hidratação da criança. Além disso, inalações com soro fisiológico ajudam na expectoração da secreção pulmonar. Nos casos graves com internação, pode ser necessário o uso de oxigênio bem como inalações hipertônicas. Em média, 15% das crianças internadas por bronquiolite precisam de suporte ventilatório. Entretanto, raros são os casos em que ocorre pneumonia secundária à bronquiolite e, apenas nesse momento, o uso de antibiótico está indicado.

 

A bronquiolite pode ser prevenida com medidas simples como, por exemplo, evitar contato com indivíduos resfriados, resguardar a criança de lugares com aglomeração de pessoas, lavagem das mãos com água e sabão ou higienização com álcool gel antes do contato com o bebê. Além disso, pacientes considerados como grupos de risco (descritos acima) têm indicação de se vacinar com Palivizumab. Esse medicamento é composto de anticorpos prontos contra o vírus e é usado uma vez ao mês durante o período outono/inverno, em um total de 5 doses.

SOBRE

A Clínica Vida Vegana nasceu do sonho da Dra. Gleyce Cobra de levar para o consultório de pediatria geral o diferencial de atender com respeito, acolhimento e embasamento técnico-científico famílias já adeptas ou em transição para uma alimentação vegetariana.

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